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Votem em mim - Concurso Melhor Blog Paraense

Olá amigo(a)s, como estão todos? Galera, sei que é chato ter que pedir isso, mas é que estou participando de um concurso onde o mesmo premiará os melhores blogs do Pará. Esta é a segunda edição do concurso e é organizado pela comunidade Blogueiros Paraenses. Quer saber um pouco mais sobre ela? CLIQUE AQUI.





Concorro na categoria OPINIÃO, esta que está cheia de blogs de altíssima qualidade, editado por pessoas inteligentes e que contribuem para difusão desta mídia aqui no estado. Alguns dos meus "adversários" são o 100Grana – Cultura Pop para Lisos e o Blog do Ivanzito.

Pra votar é só fazer um cadastro prévio, jogo rápido, e depois CLICAR AQUI, onde você será direcionado(a) para a página do Blog do Jeco no concurso.

Me perdoe se eu estiver pedindo muito de vocês.
Até outro post.

Nem pra essa moda pegar por esses lados

A cidade de Londres inaugurou um cruzamento em X para pedestres.

Eles [os londrinos] criaram um cruzamento em diagonal ontem em Oxford Circus, um dos principais centros de compras da capital britânica e, salvo engano, já é o mais movimentado da Europa. O modelo de cruzamento interrompe o fluxo em todas as direções ao mesmo tempo, permitindo que as pessoas atravessem a rua em X ou do modo tradicional.
A idéia foi "copiada" dos cruzamentos já existentes em Tóquio. Agora, mais pessoas podem atravessar as ruas, diminuindo toda aquele empurra-empurra no local.
A mudança em Oxford Circus custou 5 milhões de libras, o equivalente a quase R$ 15 milhões.




Bem que isso poderia ser implementado aqui no Brasil. Aqui em Belém, por exemplo, nós necessitamos de um, já que no centro da cidade tudo é uma esculhambação só. É gente atrevassando a rua indevidamente, pondo em risco a sua vida e a dos outros; é motorista estacionando em cima das faixas de pedestres e, às vezes, impedindo a acessibilidade dos cadeirantes, tem até os ambulantes se apropriando do espaço público. Pode uma coisa dessa?

Abraços..

O 4° elemento?

Vamos sorrir? Olhe fixadamente para esta imagem e tente encontra o 4° elemento.

Como achá-lo?
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Confesso que demorei mais de um minuto para encontrá-lo. Sei que você vai se rachar de rir quando perceber a existência dele..rs

Dia da Criança: comemorar ou refletir?



Depois de um mês, o bom filho retorna ao lar.
Pensei, questionei, pensei e questionei inúmeras vezes e resolvi abordar um tema que considero de grande valia.
Vamos ao que interessa:

Há 19 dias, "comemoramos" uma data muito especial para as crianças do mundo inteiro. Muitas delas comemoraram, pois acabaram sendo presenteadas com brinquedos ou pequenas lembranças, outras não tiveram esta sorte ou oportunidade.

Nesta que foi uma data especial, convido você a refletir sobre algumas questões: será que temos motivos suficientes para comemorar o Dia da Criança ou ainda há muito que se fazer? Em sua vida, o que você atribui a essa fase que muitos dizem ser a melhor? Essas são dúvidas que tenho quando penso sobre a questão da criança no Brasil.

Como todos nós já sabemos, elas nos projetarão para frente; mas em vez de pensarmos nelas apenas como o futuro do país, temos que fazer todo um esforço para colocá-las no centro de nossas atenções. Elas são o presente e, se bem cuidadas, serão capazes de construir um amanhã mais justo. Isso está óbvio, mas quanto mais investirmos nelas hoje, teremos um retorno muito grande quando elas forem adultas.

Devemos investir nas crianças não só financeiramente, mas em um nível mais profundo, da cidadania. Se elas aprendessem desde cedo seu papel na sociedade tudo poderia ser diferente. Por meio da educação, podemos transformar o agente de sua própria história.

Os pais enfrentam algumas situações para matricular seus filhos em uma escola pública, por exemplo: grandes distâncias entre residência e escola, falta de transporte público nos horários necessários e até mesmo merenda.

Oferecer uma merenda com alto valor nutricional, que estimule a diversidade alimentar e a consciência ambiental, por meio da inclusão de produtos hortifrutigranjeiros que seguem normas orgânicas, por exemplo, é algo que traz benefícios para todos. Isso porque a gestão pública compra o que é necessário e correto e as crianças recebem uma alimentação balanceada. É quase impossível o aluno prestar atenção em uma aula sonhando com o almoço. E nós sabemos quão inventivas são as crianças.

Esses são alguns motivos que me levam a acreditar que é importante pensar todos os dias nas crianças e não apenas no feriado de 12 de outubro. Somente assim teremos o que comemorar por elas e, mais do que isso, criar condições para que elas mesmas celebrem essa fase da vida quando forem adultas.

Agradecendo os leitores e presenteando com um selo HONESTO

Há quase uma semana sem postar algo novo, pois ainda não elaborei nada de interessante, resolvi condecorar alguns parceiros que contribuem para o sucesso gradativo do Blog do Jeco.

Pensei várias vezes se eu devia fazer isso. Digo isso, pois não recebi de ninguém o tal selo que eu irei repassar e pode soar como falta de comprometimento com as pessoas que, mesmo esporadicamente, lêem este mísero espaço na Internet.

Tenho notado um ligeiro crescimento de leitores e visitas a este blog, que prefiro chamá-lo de diário. Hoje, vejo que estou conseguindo atingir pessoas com o que escrevo, algo que nunca achei que aconteceria. Comecei escrevendo sobre coisas que aconteciam comigo, fui percebendo que havia coisas mais importantes para serem postadas, como problemas deste país e de Belém, um pouco das relações interpessoais e por aí vai..

Chega de falatório e vamos ao que interessa.
Páginas On Line: Blog da minha companheira Kikinhah, que sempre está nos presenteando com um bom post de humor e assuntos do dia-a-dia.
Schraubles: Um blog cheio de curiosidades com entretenimento. É de grande valia passar por lá.
Scrummiest: O blog da linda e meiga Stella. Me identifico bastante com o que tu escreve, menina..rsrsr.
Belenâmbulo: Um blog que mostra através de fotos, com tom de piada, mas não deixando de ser sério, os problemas da capital paraense, Belém.
Blog além do que se vê: Este não poderia ficar de fora, pois foi uns dos primeiros que comecei a tirar motivação pra poder continuar.

Então estes foram os condecorados, as regras todos já sabem e vamos a diante.

ESTE É O SELO:



Abraços.
Semana que vem, volto com uma postagem nova.

A violência no Brasil


Eu estava sem vontade de fazer um post hoje, mas assistindo ontem um programa local (Rota cidadã 190), em que o repórter dizia que o íncice de criminalidade na Região Metropolitana de Belém aumenta a cada dia, resolvi falar um pouco da realidade que
afeta a capital paraense e o restante do país. Ando esta cidade de cabo a rabo e o que o repórter disse só veio confirmar o que eu vejo durante as minhas andanças.

Como todos sabem, no Brasil a violência, sobretudo urbana, está no centro do dia a dia e ocupa as manchetes dos jornais. Ela é assunto de especiais para a tv e, mais que tudo, assombra as consciências, de tal forma é ameaçadora, recorrente e geradora de um profundo sentimento de insegurança. Essa evolução é sintoma de uma desintegração social, de um mal-estar coletivo e de um desregramento das instituições públicas.

Assim como a Colômbia, lamentavelmente conhecida pela carência de um Estado forte e sobretudo pelas chacinas perpetradas pelos cartéis da droga (Medellin, Cali), entre os países de colonização européia, o Brasil é o mais atingido pela criminalidade assassina. O que se conhece é apenas a ponta do iceberg.

A violência oculta atrás dos muros das casas, a violência sexual, as rixas familiares e as crianças espancadas só são conhecidas muito parcialmente, mesmo em caso de falecimento das vítimas; as circunstâncias das mortes são, então, esmagadas sob uma capa de silêncio. Além do mais, o controle pelo registro civil continua a ser falho, principalmente nas zonas rurais mais pobres ou dentro de zonas urbanas de instalação recente (subúrbios, favelas e cortiços). O enterro oficial tem um custo com o qual as camadas mais desfavorecidas da população não podem arcar.

Como qualquer visitante que sou, fico chocado pela obsessão com a insegurança que atinge a totalidade dos habitantes das grandes cidades brasileiras. Aqui em Belém, por exemplo, casas vigiadas, cercadas por grades, protegidas por seguranças, são igualmente sinais desta desconfiança das classes burguesas com relação às classes ditas perigosas.

Tudo se passa como se os brancos tentassem reproduzir enclaves europeus, evitando o contato com descendentes de escravos ou com os imigrantes, fugindo da miséria no seu Nordeste natal. Muitos são os que ousam falar de um apartheid social pois, diante de tal segregação social, é inevitável lembrar daquela que existe em países com forte tensão entre negros e brancos, como os EUA, ou a África do Sul.

A violência gera o medo, mas este gera igualmente violência. Trata-se então de um círculo vicioso que se instala, uma psicose coletiva que é preciso romper a qualquer preço e cujos únicos beneficiados são certos lobbies da segurança, como as firmas de vigilância, as milícias privadas, as companhias de seguros, os esquadrões da morte, etc.

Assim, são atingidas a imagem e a reputação internacionais do Brasil. Esse imenso país de sonho e de riquezas fabulosas não consegue "decolar" como prometido. Muitos responsáveis estrangeiros que nele apostaram guardam da experiência uma certa amargura, tal é o desperdício, a corrupção e o corporativismo que neutralizam a iniciativa e o esforço de inovação.

Abraços.

Por dentro das gírias paraenses


Primiero vamos entender o significado da palavra Gíria:

- São palavras ou construções de uso corrente entre grupos sociais diferenciados, não raro marginais, e só nestes grupos. A gíria é um fenômeno antropológico. Nos grupos que a praticam, a gíria desempenha uma função especial: é a senha da confraria.

Depois de ter "abandonado" o estado que nasci, entenda-se Maranhão, e estar há quase 18 anos no Pará, posso dizer que me considero um paraense da terra. Conheço mais do Carimbó do que o Bumba-meu-boi. Ouço mais as músicas do Nilson Chavez do que as do Zeca Baleiro e por vai. Prefiro o Jader Barbalho em detrimento do José Sarney..rsrs!

As únicas coisas que não tenho semelhanças com os paraenses (com o resto dos amazônidas também), são os olhos puxados, traços índigenas e [como posso dizer?] aquele cabelo chapado, que mais parece um pinto molhado, ao menos ACHO.
Mas mesmo que os tivesse, não seria problema.

Tendo entendido o significado da palavra gíria e depois de tomarem conhecimento de um pouco da minha vida, vamos ao que realmente interessa.


PAPA-CHIBÉ:
Paraense autêntico, aquele que não troca seu pirão de água com farinha, com umas boas cabeças de camarão.

PAI D'ÉGUA: Excelente
Ex: É pai d'égua a obra daquele autor

Maninhu
: Amigo, Colega
Ex: Oi Maninhu, como ta tu?
JÁ ME VÚ : Tchau
Ex: Já me vú. A mamãe tá me chamando
HUM TÁ, CHEIROSO: Hum...tá bom gatinho, tá bom lindo, tá bom bonito. É uma forma de ironia, tipo, "conta outra"
Ex: Maninhu, peguei duas loiras ontem na festa.
O amigo duvidando - hum...tá cheiroso
DESPOMBALECIDO: Estado de moleza e cansaço. 2. enfermidade;
Ex: Ele foi todo despombalecido para o colégio
ESBANDALHAR: Quebrar
Ex: Ele esbamdalhou meu brinquedo
JÁ QUERES: É usado quando uma pessoa está interessada em outra.
Ex: Olha esse carinha, é gatinho (a garota fala) / Resposta: Já queres, né!(a outra responde)
TORÓ: O mesmo que Chuva.
Ex: Vai cair um toró hoje
TÁ RALADO: Palavra usada para expressar que algo está difícil de ser realizado.
Ex: Tá raldo de eu consegui aquele dinheiro
POTOCA: Papo furado, mentira.
Ex: Ele já foi contar potoca
VAREJEIRA: Mulher safada
Ex: Nem precisa de um exmplo.

FIQUEI DE BUTUCA:
O mesmo que ficar de espreita, escondido.
Ex: Fiquei de butuca, só te olhando
PIOR: O mesmo que, é verdade
Ex: Nossa, mais tá chovendo muito forte, né? Pior que é!
BUIADO: O mesmo que cheio da grana, endinheirado.
Ex: Tu tá buiado no dinheiro, né?

PERAÍ:
O mesmo que esperar um pouco.
Ex: Ei maninha, peraí. Já tô indo.
MUFINO: Adoentado, triste, cansado, abatido.
Ex: Ele tá mufino hoje
VUADEIRA: Lancha
Ex: Fui de vuadeira à Ilha das Onças.
MAS ÚÚÚ: O mesmo que, nooooosa.
ÉEEEGUA! TÉ LEZO, É? O mesm oque dizer, deixa de ser doido.
APLICA NA JAGULAR OU APLICA NA MENTE: Quando alguém te conta uma história que é, provavelmente, mentirosa.
Ex: Tá bom. Aplica na minha mente
FACADA: Alguma coisa de custo elevado.
Ex: Olha, esse vestido tá lindo, mas custa uma facada.
MIJADA: O mesmo que bronca.
Ex: pegaste um mijada da tua mãe, foi?
LEVOU O FARELO: O mesmo que, se deu mal.
MUITO PALHA: Muito ruim.


É melhor parar por aqui, pois quero dá continuidade em outra oportunidade.
Se gostou, comenta e deixa um gíria de sua cidade.

Abraços.

A importância da pontuação


Extraído do pOr trÁs dAs LeTraS


Hoje pela manhã, eu estava verificando a situação da minha inscrição para o vestibular da UFPA, e acabei encontrando este pequeno artigo.
Achei muito interessante e de grande valia para todos nós. Afinal, trabalhamos com a escrita e com nossos blogs passamos situações que nos deixam inquietos, buscamos resposta para indagações, até então, sem respostas e até procuramos ajudar nossos leitores com as nossas vivências. Por isso, nada melhor que ter domínio de como se expresar com um lápis e um papel na mão. Neste caso, um teclado e um computador na sua frente.
Como já disse em outro post, escrever é um ato que exige empenho, e este pequeno artigo que estou prestes a postar, só vem corroborar com o que todos nós já sabemos.

Então vamos ao que interessa!!!
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Recebi de um leitor (login: rondon.jr) um texto bastante conhecido, antigo, como exemplo de como a pontuação faz a diferença. A reprodução abaixo não é falta de assunto, mas uma forma de compartilhar com os leitores mais jovens as coisas antigas e boas que estão na internet.

Um homem rico estava muito doente, pediu papel e caneta, e assim escreveu:

"Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres".

Morreu antes de fazer a pontuação. Para quem ele deixava a fortuna?

Eram quatro concorrentes. O sobrinho fez a seguinte pontuação:

"Deixo meus bens à minha irmã? Não, a meu sobrinho.

Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres"

A irmã chegou em seguida e pontuou assim, o escrito:

"Deixo meus bens à minha irmã, não a meu sobrinho.

Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres."

O alfaiate pediu cópia do original e puxou a brasa pra sardinha dele:

"Deixo meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho jamais! Será paga a conta do alfaiate.

Nada aos pobres."

Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:

"Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres."

MORAL DA HISTÓRIA

Pior de tudo é saber que ainda tem gente que acha que uma vírgula não faz a menor diferença!

*Hélio Consolaro é professor de Português, cronista diário da Folha da Região, Araçatuba-SP, presidente da Academia Araçatubense de Letras, coordenador do site Por Trás das Letras.

Vida, uma faculdade por dia






Erramos, acertamos, aprendemos, ensinamos e hoje começamos mais uma etapa de erros, acertos, aprendizagens e ensino, pois quem vive nunca pode parar de errar para acertar, ensinar para aprender e assim evoluir.

E antes de qualquer coisa, saímos daqui levando a certeza de que grandes amigos fizemos e pudemos conhecer mais uma minúscula parte gigantesca do que é viver, e se magoas levamos são as de não podermos continuar lado a lado nesta nova caminhada.


E se pedimos algo, é que Deus sempre ilumine nossos passos e mentes para que sempre sejamos capazes de buscar o justo e lutar pela fraternidade.

Amizade é como o conhecimento, depois de conquistada não há tempo nem falta de estudo que a apague.

Indepedência ou morte?


Um post à semana da pátria.


Se Dom Pedro desembainhou a espada, eu não sei. Se estava mesmo tão certo
às margens do Ypiranga, só a história conta. Se os ideais eram de buscar uma liberdade, acredito que poucos souberam ao seu redor de tamanha vontade e necessidade, mas uma certeza num Brasil do século XXI isso eu sei, ainda necessitamos desembainhar a espada para a Independência deste Brasil dos políticos que são os nossos opressores dos dias de hoje, dos governantes que a seu bel prazer constroem um nepotismo, dos funcionários que fazem vista grossa ao dever de cumprir, a polícia que tanto mata e deixa de proteger aos muitos brasileiros que preferem o “jeitinho” ao ”certo”.

Por isso, o lugar que seja agora, a maneira, que seja a coragem e a forma que seja o ideal de um País liberto. Não perca mais tempo meu amigo compatriota brasileiro e não só diga “independência ou morte”, mais lute todos os dias pela independência eterna dessa nação, e para isso, não se deixe levar só pela sua necessidade, pois há alguém na sua mesma rua, no seu mesmo prédio, na mesma escola, nos lugares aos quais freqüenta, que também é um sonhador como você.

Escrever é um ato que exige empenho



Muitas pessoas acreditam que aqueles que redigem com desenvoltura executam essa tarefa como quem respira, sem o menor esforço. Não é assim. Escrever é uma das atividades mais complexas que o ser humano pode realizar. Faz rigorosas exigências à memória e ao raciocínio. A agilidade mental é imprescindível para que todos os aspectos envolvidos na escrita sejam articulados, coordenados, harmonizados de forma que o texto seja bem sucedido.

Conhecimentos de natureza diversa são acossados para que o texto tome forma. É necessário que o redator utilize simultaneamente seus conhecimentos relativos ao que quer tratar, ao gênero adequado, à situação em que o texto é produzido, aos possíveis leitores, à língua e suas possibilidades estilísticas. Portanto, escrever é incompatível com a preguiça.

A tarefa pode ir ficando paulatinamente mais fácil para profissionais que escrevem muito, todos os dias, mas mesmo esses testemunham que escrever é um trabalho exigente, cansativo e, muitas vezes frustrante.

Sempre queremos um texto ainda melhor do que o que chegamos a produzir e poucas vezes conseguimos manter a linguagem escrita, todas as sutilezas de percepção original acerca de um fato ou pensamento. O que admiramos na literatura é justamente essas especificidades, essa possibilidade de expandir pela palavra escrita emoções, pensamentos, sensações, significados, que nós, leigos, não conseguimos traduzir com propriedade.

Nós mesmos

Olá meus amigos, como estão todos?
Hoje, mais do que nunca, ando com uma vontade de escrever e ler. Já li mais de
20 posts em diversos blogs [um recorde pra mim].
Acordei com uma vontade de me manter inteirado do que acontece no país e saber o que vocês andam escrevendo de suas vidas [não sou um fofoqueiro..heheh]
É melhor eu parar por aqui e ir ao que interessa.



Embora a maioria atribua, provavelmente, seus problemas aos demais, à má sorte ou
às circunstâncias, a verdade é que criamos nosso próprio sucesso ou fracasso.
O caminho para a vida positiva, bem sucedida, começa com um exame de consciência
e, em última análise, depende do que pensamos de nós mesmos.

Há alguns dias, rasurei as seguintes palavras: "sem uma confiança humilde mas razoável em sua própria capacidade, você não pode ter sucesso. Mas, com sólida confiança, pode". A sensação de inferioridade ou inadequação interfere na
concretização de suas esperanças, ao passo que a autoconfiança leva à realização
pessoal e ao atingimento de objetivos. Bem, mais do que nunca, estou convencido
de que isso é verdade.

De que modo desenvolver a autoconfiança em nós mesmos? Não pense em coisas que
parecem ser contra você. Pensar em fatores negativos simplesmente lhes dá um poder que eles não têm. Em vez disso, afirme, reafirme e visualize seus ativos - o amor
de Deus, seu pai, a capacidade de sua mente e talentos, a boa vontade de seus
amigos e família, sua saúde física, seus pontos fortes, seu futuro, suas possibilidades.

Grave indelevelmente na mente uma imagem de você tendo sucesso. Faça uma estimativa precisa de sua capacidade e, em seguida, eleve-a a dez por cento. Afirme que Deus está com você. Coloque-se nas mãos dele e acredite que está, nesse momento, recebendo Dele poder para atender a todas as suas
necessidades.

Abraços...

Marina agenda Belém

No blog Espaço Aberto:




Ainda petista, mas com o coração pulsando cada vez mais forte pelo PV, a senadora Marina Silva, que todo dia, o dia todo, reflete nos últimos dias sobre a conveniência de disputar a próxima eleição presidencial, estará em Belém nesta quinta-feira.
Participará da 7ª edição da Série “Jornalismo Ambiental – Os desafios da cobertura na Amazônia”.
Os detalhes estão na imagem acima, que você ampliará se clicar nela.

Protesto virtual: Nós apoiamos Lúcio Flávio Pinto


Deseja Contribuir? Siga as instrunções.



Como participar: Do seu computador, envie mensagens de protesto (abaixo) à seções
Fale Conosco e ORM Repórter, do Portal ORM.

COPIE O TEXTO ABAIXO E ENVIE O SEU PROTESTO ÀS ORM:

Aos Senhores
Romulo Maiorana Júnior, presidente executivo da ORM
Ronaldo Maiorana, diretor e editor corporativo do Jornal O Liberal


Prezados Senhores,

Apurar as diferentes versões de um fato, contadas por seus diversos personagens é princípio apregoado em qualquer escola de jornalismo, no Brasil e em todo mundo. Tarefa que, de tão elementar, por vezes é desprezada, até mesmo em redações tradicionais.

Como afirma o ombudsman do jornal New York Times, Byron Calame, “ouvir os dois lados de uma história e mostrá-los aos leitores é o trabalho básico de repórteres e editores. Esta é a receita para se criar um jornal imparcial – para os leitores e para as instituições e pessoas que são tema das matérias”.

Quando uma notícia relata somente uma versão de um fato tão grave, como o da sentença expedida pelo juiz Raimundo das Chagas Filho, da 4ª Vara Cível da capital, que condenou o jornalista Lúcio Flávio Pinto a pagar aos senhores uma indenização de R$ 30 mil devido à publicação, no ano de 2005, de supostas “expressões caluniosas” contra a “memória de vosso extinto pai”, além de proibi-lo de mencionar vossos nomes e do patriarca da família em seus artigos, vários princípios – do exercício do jornalismo e dos direitos garantidos pela Constituição Federal de 1988 e pela Declaração Universal dos Direitos Humanos – estão sendo violados.

A sentença, pelo alto valor estipulado e censura prévia ao jornalista, e a não-exposição dos argumentos do sentenciado nos jornais da família – o não-ouvir o "outro lado da questão" – é mais uma afronta à democracia, que prevê a necessidade da publicização de temas e do debate de interesse público, como a liberdade de imprensa e de expressão.

O mais assustador é que tal medida vem acompanhada de outros casos lamentáveis no país, como a proibição imposta pela Justiça ao jornal Estado de São Paulo, impedido de divulgar informações sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, que traz diálogos entre o senador José Sarney (PMDB-AP) e seus familiares sobre o preenchimento de cargos no Senado a partir de atos secretos.

Fica claro às pessoas que conhecem a trajetória profissional de Lúcio Flávio Pinto – e o histórico das perseguições jurídicas que este sofre desde 1992 – que a condenação a qual esta carta faz referência trata-se de censura, desrespeito à liberdade e ao direito intelectual do jornalista e, sobretudo, vilipêndio ao estado democrático de direito.

Consideramos este e qualquer tipo de censura, assim como os esforços para inviabilizar o trabalho do jornalista por meio de inúmeros processos judiciais, uma afronta ao direito humano básico “à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão”, previsto pela Declaração Universal dos Direitos Humanos em seu artigo 19º. Tal perseguição representa um verdadeiro atentado à Constituição Federal Brasileira, Artigo 220, Capítulo V, que garante aos cidadãos que a “manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição”.

Um questionamento pode ser levantado. O que é prioridade para os veículos de comunicação das ORM: levar a informação a seus leitores, de maneira isenta, cumprindo a natureza social do jornalismo ou servir de púlpito aos proprietários da empresa?Como cidadão e defensor de um jornalismo de qualidade, solicito que seja publicada uma nova matéria, na qual se conceda voz a
Lúcio Flávio Pinto.

Atenciosamente,

Nome

Protesto virtual: Nós apoiamos Lúcio Flávio Pinto

O jornalista Lúcio Flávio Pinto foi condenado a pagar mais de R$ 30 mil por escrever artigo sobre a história das Organizações Rômulo Maiorana. Isto é censura. Proteste!

LANÇAMENTO DE LIVRO E DEBATE



O jornalista Lúcio Flávio Pinto fará sessão de autógrafos de seu livro A História Censurada - O Pará dos Nossos Dias no dia 1º de setembro, às 16h, no auditório do Centro de Capacitação da UFPA (Capacit), no campus básico do Guamá, em Belém (PA).

No livro, o autor narra a história de sua condenação pela justiça do Pará por escrever artigo sobre a origem das Organizações Romulo Maiorana. Na ocasião haverá um debate sobre censura e liberdade de pensamento.

Participe e divulgue.

Informações do blog Solidariedade a Lúcio Flávio Pinto, visite: http://solidariedadelucioflaviopinto.blogspot.com/.